A função do trabalhador de milagres (Cap. 2-5)

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A função do trabalhador de milagres

 

Antes que os trabalhadores de milagres iniciem sua função, devem compreender o medo da liberação. Só a mente pode criar, o corpo não. E a correção da mente pertence ao nível do pensamento. Induzir a mente a desistir de suas criações equivocadas é a única aplicação da capacidade criativa.

Enquanto você tiver medo, não deve tentar usar a mente para curar. Não deve tentar apresentar milagres.

Milagres são expressões da mentalidade certa. Mas, o milagre não precisa esperar que a mentalidade de quem o recebe esteja disposta para o certo. É essencial, porém, que o trabalhador de milagres esteja em sua mente certa.

O curador deve se despreocupar com a própria prontidão, mas confiar na de Jesus. A mentalidade disposta para o que não é certo é o resultado da recusa em aceitar em si mesmo a Expiação.

A única responsabilidade daquele que trabalha em milagres é aceitar a Expiação para si mesmo. Dessa forma você se coloca em posição de desfazer a confusão de níveis dos outros.

A mente pode trazer sua iluminação ao corpo.

O aprendizado corretivo começa com o despertar do espírito. Tudo o que resulta da consciência espiritual é canalizado para a correção do erro.

O medo da cura surge da recusa em aceitar que a cura é necessária. Enquanto existir o tempo, a cura é necessária como uma forma de proteção.

Sempre que você oferece um milagre a outro, está encurtando tanto retroativamente quanto progressivamente o sofrimento dele e o seu.

 (Resumo baseado no livro “Um Curso em Milagres”)